Teoria da Dissociação Somática
Teoria da Dissociação Somática
Teoria diz que o trauma da transformação é tão grande que a mente humana cria uma "amnésia de espécie", esquecendo-se da vida como lobo para manter a sanidade.
Evidência(s)
- Nas histórias tradicionais, o homem não quer se transformar. A lua cheia ou uma maldição assume o controle, transformando-o em um ser "metade lobo e metade homem" que age por instinto, e não por razão.
- Ao amanhecer, quando o lobisomem volta à forma humana, ele geralmente se sente exausto, confuso e frequentemente não tem memória do que aconteceu durante a noite, como se tivesse acordado de um sonho profundo.
- A lenda sugere que a fera e o homem são personalidades distintas; a fera persegue e destrói, enquanto o homem (em forma humana) é inofensivo e, muitas vezes, desconhece o "monstro" que vive dentro de si.
- Psiquiatricamente, a licantropia clínica (doença mental) pode fazer alguém acreditar que é um lobo, e essa pessoa pode ter episódios de surto sem lembrar o que fez depois.
Contra-ponto(s)
- Em muitas narrativas, o lobisomem, especialmente se treinado ou experiente, mantém traços de sua humanidade e intelecto, permitindo-lhe lembrar-se de suas ações.
- Em algumas vertentes, a dor da transformação e o ato de se curar (cicatrização rápida) fortalecem a conexão mental, tornando a experiência inesquecível.
- Psiquiatricamente, a pessoa que acredita ser um lobo muitas vezes tem flashes de memória, pois a mudança é um estado mental (alucinação) e não físico.
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